O surgimento de Aida como pré-candidata

 

Aida não veio ao programa. César da Silva havia me dito que a Aida estaria no programa com ele como pré-candidata na terça-feira. Ela não veio. 

Ele justificou dizendo que ela viria como presidente do partido e não como pré-candidata. Como a série de entrevistas era só com pré-candidatos, ela não veio.

Aida, a princípio, não é pré-candidata. Mas existe sim uma corrente forte no PMDB, encabeçada pelo vereador Sadi Liston, que quer vê-la como vice de César em chapa pura. Parece que não vai ser dessa vez.

Aida tem os seus méritos. Esteve à frente do Planejamento e da Saúde nos dois mandatos de Fabiano. Foi fundamental para o sucesso das duas gestões. Tem fama de durona, austera, inflexível e rigorosa nos meandros da legalidade e da responsabilidade fiscal. Mas não é disso que precisamos na gestão pública? Neste setor, essa característica deveria ser requisito.

Além disso, Aida é mulher. Representa aquela possibilidade da ala feminina em chapa majoritária, reclamada pela vereadora Silvana Bugnotto nas redes sociais, e declinada pelas mulheres do PT, Fabiana Merigo e Cris da Luz.

Mas até 26 de setembro, data limite para definições e registros, muita coisa pode acontecer.

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